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Renata Mariz - Correio Braziliense

Nas últimas décadas, elas foram estimuladas a denunciar a violência e abandonaram a postura de silêncio. Mas hoje, mesmo com todas as conquistas, enfrentam a visão machista e preconceituosa de quem deveria prestar todo o apoio
As pessoas interessadas devem ter experiência em políticas públicas, de gênero e feminismo
Do R7

Primeira-dama da França diz que Sakineh é um símbolo para todo o planeta

ADITAL - Em coletiva de imprensa, as representantes de organizações de empregadas do lar do Distrito Federal, Morelos, Guerrero e Chiapas, apontaram que, no blog http://redtrabajadorasdelhogar.blogspot.com, as trabalhadoras mexicanas terão um espaço para vincular-se entre si e com as empregadas do lar de outros países.

Entre Aspas - Globo News

O caso da mulher assassinada pelo ex-namorado, Pimenta Neves, exemplifica a lentidão na execução de julgamentos e penas. O réu confesso, condenado a 19 anos de prisão, continua livre 10 anos depois. Família da jornalista morta Sandra Gomide aguarda prisão do assassino confesso.

Cfemea

O movimento de mulheres denunciou na semana passada que a único serviço de atendimento às mulheres vítimas de violência do Distrito Federal deixou de funcionar. A casa-abrigo no Distrito Federal existia desde 1996, e foi criada graças ao trabalho da militância de muitas mulheres do Fórum de Mulheres do DF.

Fórum de Mulheres de Imperatriz (Maranhão) - 20 de Agosto de 2010.

No dia 26 de julho de 2010, as mulheres encarceradas de Imperatriz, resolveram através de uma carta, dialogar com os gestores do Estado e questionar as condições desumanas e ilegais a que são submetidas pela falta de estrutura e condições do sistema carcerário.

Programa Milênio - Globo News

A respeitada feminista austríaca-americana Riane Eisler - autora do consagrado livro 'O Cálice e a espada' - apresenta uma nova teoria. Em seu livro mais recente, 'A Verdadeira Riqueza das Nações', ela ressalta a busca por uma economia baseada na solidariedade, e não na individualidade. Para ela o "novo feminismo" é capaz de oferecer um modelo alternativo de desenvolvimento econômico capaz de evitar crises profundas. 


Editorial do jornal Correio Braziliense

Causa indignação a notícia de despejo das moradoras da única unidade do Distrito Federal que acolhe vítimas da violência doméstica. Mulher ameaçada de morte por marido ou companheiro salva a vida no teto a ela destinado por lei. Lá, acompanhada dos filhos, escapa da sanha assassina e tem até 90 dias para se reorganizar. A Casa Abrigo já acolheu 100 pessoas, mas, na média, atende de 30 a 35. No dia da expulsão, acolhia 10. Elas foram encaminhadas a novo endereço, considerado inseguro pelo Ministério Público.

SPM

O Fazendo Gênero 9, em 2010, terá seu foco central em temas que sugerem movimento tanto pela dispersão dos povos e culturas através de espaços geográficos quanto pelo desejo de realocações em espaços imaginados e pelo encontro com identidades plurais. Um evento que sugere assim três dimensões para se discutir algumas das mais significativas experiências dos sujeitos contemporâneos, em sua permanente demanda de cruzamento de fronteiras: Diásporas, Diversidades, Deslocamentos.

emeirajunior.blogspot.com

Há muitas coisas estranhas no caso da menina de 13 anos, estuprada pelo filho do diretor da RBS e pelo filho de um delgado de polícia. A representação foi recebida à tarde e no dia seguinte, às 9 horas, ocorreu a audiência que safou os estupradores. Quanta agilidade e rapidez invejável. Os outros processos também correm com a mesma velocidade? As audiências são realizadas sempre pela manhã? Também é intrigante saber que a decisão foi proferida sem ouvir a vítima. Talvez por ser um rito processual rapidíssimo. Mas houve tempo para ouvir os advogados dos estupradores, cujos pedidos de remissão das penas foram prontamente atendidos. Seria estranho, não fosse vergonhoso.

Por Maria Laura Neves - Revista Marie Claire

Costureiras bolivianas são a parte mais frágil de uma rede que envolve tráfico de pessoas, cativeiros, chantagens e ameaças de morte.

Rodrigo Craveiro - Correio Braziliense

Regime iraniano mantém atualmente 19 mulheres no corredor da morte, à espera da execução por apedrejamento. Ativistas que lutam contra a prática denunciam estupros, torturas e execuções secretas, sem que a família da condenada seja avisada
jornal Correio Braziliense

Marina sugere ao TSE que anúncio publicitário tenha bonecas recebendo a faixa presidencial, e não apenas representantes do sexo masculino

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Está no ar a TV Feminista!. Ela é formada por vídeos que ajudarão nos debates que promovemos e como suporte dos cursos da Universidade Livre Feminista. Para ver a seleção de materiais que fizemos para você, escolha primeiro o idioma de sua preferência: PORTUGUÊS, CASTELLANO, INGLÊS, ITALIANO. Aparecerá o canal no idioma escolhido, com todos os vídeos disponíveis. CADA IDIOMA TEM VÍDEOS DIFERENTES DOS DEMAIS. Navegue à vontade e assita a todos os vídeos que selecionamos para você. Como os vídeos estão em resolução alta, é recomendável que você tenha uma boa conexão de internet para poder vê-los com rapidez. Caso contrário, poderá clicar na seta de > play(tocar) e depois no || pause, deixe o vídeo carregar e depois assista com calma. Desde já,agradecemos a todas as entidades que nos autorizaram a reproduzir seus vídeos ou nos enviaram materiais para nossa TV FEMINISTA. Se você tiver vídeos que possam ajudar nos cursos e nos debates feministas, mande-os para nós (mídias VHS, DVD ou  arquivos em Mpeg, AVI, Mp4).

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Em poucos dias vamos iniciar um novo programa de formação e debates. Trilhas Feministas na Gestão Pública é um curso aberto e livre dirigido a feministas que atuam na gestão pública (municipal, estadual e federal) e que desejam ver essa atividade melhorada e mais sintonizada com sua ação política feminista.

Prevista para receber 200 feministas, a primeira turma terá mais de 250 pessoas. Elas (4 são eles) receberão apoio em suas discussões e estudos, por meio de fóruns de debates (Rodas de Conversa), salas de bate papo, leituras complementares, exercícios, comentários e várias outras formas de suporte.

Logo que concluirmos os trabalhos dessa primeira turma, lá para novembro ou dezembro, vamos aproveitar essa experiência e dar uma mexida no curso. Mudando o que acharmos que não ficou bom e melhorando o que achamos que ficou legal. Aí, em março do próximo ano, deveremos abrir novas turmas. Se você não conseguiu se inscrever nesta turma, não fique chateada, logo terá outra chance.

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