Declaración final de Foro de Organizaciones Feministas para la Articulación del Movimiento de Mujeres Latino Americanas y Caribeñas
Declaración final de Foro de Organizaciones Feministas para la Articulación del Movimiento de Mujeres Latino Americanas y Caribeñas
Debora Diniz
A brutalidade não é constitutiva da natureza masculina, mas um dispositivo de uma sociedade que reduz as mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens
Roberta LopesBrasília - Começou hoje (13) a Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, promovida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). A conferência vai discutir os avanços e desafios dos governos do continente nas questões de gênero. A secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, disse que a conferência vai propor aos governos uma agenda de desenvolvimento com o objeto de garantir a igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.
Do Bom Dia Rio
Pedido de proteção para ex-amante do goleiro Bruno foi para vara criminal. MP nega ter recebido pedido de análise de proteção da vara criminal.
No primeiro dia do Fórum de Organizações Feministas para a Articulação do Movimento de Mulheres Latino Americanas e Caribenhas não faltaram críticas ao modelo de desenvolvimento político-econômico da região. Participante da mesa de abertura, a ministra Nilcéia Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), disse que a XI Conferência Regional da Mulher, da Cepal começou hoje, tal a importância do Fórum. Para a ela, a participação da sociedade civil é imprescindível para que o documento resultante da Conferência (Consenso de Brasília) seja, de fato, coerente com as demandas e necessidades das mulheres da região.
Bogotá, Colômbia, 13/7/2010 – A parteira existe em muitas culturas ancestrais. A medicina ocidental colombiana quase a apaga do mapa, mas um grupo de tenazes defensoras promove uma lei para formalizar a parteira como agente de saúde. “Entre 2009 e até junho deste ano, não morreu nenhuma mulher atendida por uma integrante da Associação de Parteiras Unidas do Pacífico”, afirma à IPS Liceth Quiñones, de 22 anos, que exerce o ofício em Buenaventura, principal porto marítimo colombiano no Oceano Pacífico.
Especialistas da Universidade de Brasília analisam como o assassinato da ex-namorada do goleiro Bruno é tratado pela imprensa
Apesar das campanhas do sistema de saúde e das críticas internacionais, a mutilação genital feminina segue praticada em várias nações. O procedimento é originário das culturas da África e do Oriente Médio e chegou ao Ocidente através da imigração. Para muitos que nascem sob este costume, a prática controla a sexualidade da mulher e a torna apta ao casamento.