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Alex Rodrigues - Repórter Agência Brasil


Brasília - Somente nos dois primeiros dias desta semana, o Disque Direitos Humanos – Disque 100 recebeu 285.051 mil ligações. Segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, órgão responsável pelo serviço, o total de ligações recebidas nessa segunda-feira (21) e terça-feira (22) representa aumento de 30% em comparação ao mesmo período da semana anterior.

De acordo com a secretaria, resultado semelhante só havia sido registrado em dezembro do ano passado, quando foi realizada campanha nacional de divulgação do Disque Direitos Humanos – Disque 100 nos principais canais abertos de televisão. Na ocasião, o número de ligações direcionadas ao serviço alcançou o pico de 198.592 chamadas em um único dia.

Em nota divulgada no final da noite de ontem (23), a secretaria associa o crescimento da demanda a dois motivos. De um lado, à intensificação, nos últimos dias, da divulgação do serviço por conta do Dia Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que aconteceu na última sexta-feira (18).

Outra razão considerada importante para o elevado número de ligações ao serviço, criado para receber denúncias de violação à dignidade das pessoas, foi a repercussão do depoimento prestado pela apresentadora de TV Maria das Graças Xuxa Meneghel em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo.

Entrevistada para o quadro O Que Vi da Vida, exibido no último domingo (20), Xuxa revelou que foi vítima de abuso sexual durante a infância e adolescência. A apresentadora disse ainda que, à época, não contou nada aos pais por medo de que ninguém acreditasse nela. Como conseqüência, disse que até hoje é perseguida pela dúvida de ter alguma “culpa” pelo que lhe aconteceu.

Devido à repercussão, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes pretende convidar a apresentadora de TV Maria das Graças Xuxa Meneghel para participar, na Câmara dos Deputados, em Brasília, de uma audiência pública que discutirá os casos de abusos sexuais contra menores de idade.

A Secretaria de Direitos Humanos esclareceu que as 285.051 mil ligações não dizem respeito unicamente à denúncia de casos de abuso ou exploração sexual contra menores. Como o serviço é mais amplo, há desde denúncias de outros gêneros de violações aos direitos humanos, inclusive de adultos, a pedidos de informação.

A demanda dos últimos dias tem relação também com o crescimento das denúncias, desde o início do ano. De janeiro a abril de 2012, o módulo Criança e Adolescente recebeu 34.142 chamadas relacionadas ao tema, que representa 71% de aumento em relação ao mesmo período do ano anterior

A expectativa do Departamento Nacional de Ouvidoria de Direitos Humanos é que, com mais gente conhecendo o serviço, o número de registros continue aumentando. Tanto que mais 90 teleatendentes já estão sendo capacitados para atender à população a partir da primeira semana de junho.

O Disque Denúncia funciona 24 horas por dia, durante todos os dias da semana, inclusive feriados. Basta ligar, de qualquer cidade, para o número 100, para denunciar violações aos direitos de crianças, adolescentes, idosos, portadores de deficiências físicas e de grupos em situação de vulnerabilidade, ou ainda para obter informações. A pessoa não precisa se identificar.

Edição: Davi Oliveira


Sociedade está mais consciente sobre seus direitos e denuncia mais os abusos sofridos

24/05/2012 - 19h51

Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Com a inauguração em Brasília, nesta quinta-feira, da Casa dos Direitos, qualquer pessoa que tenha sofrido abusos pode procurar orientação. O 23º Centro de Referência em Direitos Humanos do país foi aberto na Galeria do Hotel Nacional, na zona central de Brasília.

O espaço é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República com a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) União Planetária. A coordenadora do projeto, Mara Costa, explica que o espaço vai abranger todos os públicos: mulheres, idosos, crianças, portadores de deficiência e moradores de rua, além de encaminhamentos feitos pelo Disque 100.

“Nós vamos ter um espaço físico em que a população vai ter acesso a informações e orientações sobre seus direitos, ou violações de seus direitos, e aí a gente faz um encaminhamento para ajudar na solução daquele problema”.

A deputada Érika Kokai, 1ª vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, considera a criação dos centros de referência um avanço. “O centro de referência serve para dar nitidez à necessidade de termos uma política efetiva que possa superar as violações de direitos”.

Para Michel Platini, presidente do Conselho dos Direitos Humanos do Distrito Federal, o país tem avançado na questão, embora ainda falte melhorar na investigação e punição dos agressores. Ele diz que tem havido aumento no número de denúncias, principalmente referente a abuso sexual de crianças e adolescente e agressões sofridas por pessoas em situação de rua.

“Temos recebido muitas denúncias relacionadas à violência policial, ao próprio sistema carcerário, às relações que estão estabelecidas dentro do sistema prisional. Então, a sociedade vive hoje um período em que ela se empodera mais de seus direitos”.

Jacinto Mateus de Oliveira, integrante da equipe de coordenação do Movimento da População de Rua no Distrito Federal e do Fórum Permanente da População em Situação de Rua, diz que o centro atende a uma demanda antiga dessas pessoas.

“Não bastasse essa situação, a população em situação de rua ainda recebe muito preconceito, e esses preconceitos, muitas das vezes, alimentam estereótipos como se justificassem as agressões, espancamentos, torturas e toda ordem de violação, chegando em alguns casos até ao óbito”.

A Casa dos Direitos União Planetária vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
 

Edição: Rivadavia Severo



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