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A Universidade Livre Feminista é um espaço de estudo, reflexão, construção de conhecimento, debates e luta por direitos das mulheres. Nosso objetivo é fortalecer o feminismo e a luta por uma sociedade pós-capitalista e pós-patriarcal, somos radicalmente contra o racismo, contra todo tipo de lesbofobia.

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grande-irmaoVIGILÂNCIA E BOLSA CHOCADEIRA: Governo federal brasileiro acaba de baixar uma Medida provisória, com força de lei, criando o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna. Isso sisgnifica a obrigatoriedade do "cadastramento universal das gestantes e puérperas, de forma a permitir a identificação de gestantes". Será que, com o pretenso objetivo de vigiar as gestantes de risco, não estão mesmo querendo vigiar as mulheres que fazem aborto em casos de gravidez indesejada? e porque estão fazendo isso por Medida Provisória? É uma ação no mínimo estranha essa! 

 

 

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 557, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2011.

 

Institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, autoriza a União a conceder benefício financeiro, altera a Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, e a Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Art. 1o Fica instituído o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, no âmbito da Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher, coordenada e executada pelo Sistema Único de Saúde - SUS, com a finalidade de garantir a melhoria do acesso, da cobertura e da qualidade da atenção à saúde materna, notadamente nas gestações de risco.

Art. 2o O Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna é constituído pelo cadastramento universal das gestantes e puérperas, de forma a permitir a identificação de gestantes e puérperas de risco, a avaliação e o acompanhamento da atenção à saúde por elas recebida durante o pré-natal, parto e puerpério.

Parágrafo único.  O Sistema será coordenado pela União, por intermédio do Ministério da Saúde, e gerido em cooperação com Estados, Distrito Federal e Municípios.

Art. 3o Compete ao Ministério da Saúde:

I - estabelecer as normas de implementação do Sistema;

II - coordenar e orientar a implantação do Sistema em todo o território nacional;

III - instituir e gerenciar sistema informatizado, de acesso compartilhado entre os gestores federal, estaduais, distrital e municipais de saúde e Conselhos de Saúde;

IV - estabelecer metas e indicadores de monitoramento e avaliação dos componentes de cadastro, vigilância e acompanhamento do Sistema; e

V - estabelecer políticas, programas e ações com o objetivo de aprimorar a atenção à saúde das gestantes e puérperas de risco.

Art. 4o A gestão do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna será realizada pelas seguintes instâncias:

I - Comitê Gestor Nacional; e

II - Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco.

Parágrafo único.  Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir Comitês Gestores para atuação junto ao Sistema.

Art. 5o Compete ao Comitê Gestor Nacional propor, ao Ministério da Saúde, a formulação de políticas, programas e ações no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna.

§ 1o O Comitê Gestor Nacional será coordenado pelo Ministério da Saúde e terá a sua composição e funcionamento definidos por ato do Ministro de Estado da Saúde.

§ 2o Fica assegurada a participação, no Comitê Gestor Nacional, de representantes das seguintes entidades:

I - Conselho Nacional de Saúde - CNS;

II - Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS;

III - Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS;

IV - Conselho Federal de Medicina - CFM; e

V - Conselho Federal de Enfermagem - COFEN.

§ 3o A participação no Comitê Gestor Nacional será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

Art. 6o Os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, conveniados ou não ao SUS, que realizem acompanhamento pré-natal, assistência ao parto e puerpério deverão instituir Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento de Gestantes e Puérperas de Risco.

Parágrafo único.  As Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco deverão ser presididas pelo responsável técnico do estabelecimento de saúde.

Art. 7o Compete às Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco:

I - informar a sua constituição ao Comitê Gestor Nacional e às Secretarias Estaduais, Distrital e Municipais de Saúde da unidade da federação em que estiverem situadas, e manter cadastro atualizado da sua composição;

II - cadastrar em sistema informatizado os dados de todas as gestantes e puérperas atendidas nos serviços do estabelecimento de saúde;

III - incluir em sistema informatizado a relação de gestantes e puérperas de risco atendidas nos serviços de saúde, seu diagnóstico e o projeto terapêutico definido e executado, além de outras informações determinadas pelo Comitê Gestor Nacional;

IV - informar, em sistema informatizado, a ocorrência de óbitos de mulheres gestantes ou puérperas, com informações sobre a investigação das causas do óbito e das medidas a serem tomadas para evitar novas ocorrências;

V - fornecer, quando solicitada pelas autoridades sanitárias, a documentação necessária para investigação das causas de óbito de mulheres gestantes e puérperas;

VI - propor aos gestores federal, estaduais, distrital e municipais do SUS a adoção de medidas necessárias para garantir o acesso e qualificar a atenção à saúde das gestantes e puérperas, e para prevenir o óbito materno;

VII - implementar as políticas, programas e ações estabelecidas no âmbito do Sistema; e

VIII - adotar e informar, aos gestores do SUS aos quais estejam vinculadas, as medidas complementares realizadas, de acordo com as suas especificidades locais, para o cumprimento das finalidades previstas no Sistema.

Art. 8o Para a execução das políticas, programas e ações instituídas no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, poderá a União, por intermédio do Ministério da Saúde:

I - firmar convênios, acordos de cooperação, ajustes e outros instrumentos congêneres com órgãos e entidades da Administração Pública federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, consórcios públicos, e com entidades privadas sem fins lucrativos, na forma da legislação vigente; e

II - celebrar atos de cooperação técnica com Estados e Distrito Federal para disciplinar a atuação colaborativa de Institutos Médicos Legais e serviços de verificação de óbitos na investigação de casos de gravidez ou puerpério durante o procedimento de necropsia.

Art. 9o As políticas, programas e ações no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna serão custeados por:

I - dotações orçamentárias da União consignadas anualmente nos orçamentos dos órgãos e entidades envolvidos em sua implementação, observados os limites de movimentação, empenho e pagamento fixados anualmente; e

II - outras fontes de recursos destinadas por Estados, Distrito Federal e Municípios, e por outras entidades públicas e privadas.

Art. 10.  Fica a União autorizada a conceder benefício financeiro no valor de até R$ 50,00 (cinquenta reais) para gestantes cadastradas no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, com o objetivo de auxiliar o seu deslocamento e seu acesso às ações e aos serviços de saúde relativos ao acompanhamento do pré-natal e assistência ao parto prestados pelo SUS, nos termos de regulamento.

§ 1o O benefício financeiro poderá ser pago de forma parcelada.

§ 2o Compete ao Ministério da Saúde promover os atos necessários à execução orçamentária e financeira dos recursos para o custeio do benefício de que trata este artigo e manter cadastro atualizado das beneficiárias.

Art. 11.  Será de acesso público a relação das beneficiárias e dos respectivos benefícios de que trata o art. 10.

Parágrafo único.  A relação a que se refere o caput terá divulgação em meios eletrônicos de acesso público e em outros meios previstos em regulamento.

Art. 12.  A concessão do benefício financeiro dependerá de requerimento e do cumprimento, pela beneficiária, de condicionalidades relativas ao acompanhamento do pré-natal, na forma do regulamento.

Art. 13.  Fica atribuída à Caixa Econômica Federal a função de atuar como agente responsável pela execução do repasse dos benefícios financeiros de que trata o art. 10, mediante remuneração e condições a serem pactuadas com o Poder Executivo.

Art. 14.  O servidor público, o empregado de entidade conveniada ou contratada pelo Poder Público ou aquele que atue em estabelecimento privado de saúde não conveniado, responsável pela organização e manutenção do cadastramento de gestantes no Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna, será responsabilizado quando, dolosamente:

I - inserir ou fizer inserir no Sistema dados ou informações falsas, ou diversas das que deveriam ser inscritas; ou

II - contribuir para que pessoa diversa da beneficiária final receba o benefício.

Parágrafo único.  A responsabilidade de que trata o caput consiste no ressarcimento integral do dano e aplicação de multa nunca inferior ao dobro e superior ao quádruplo da quantia paga indevidamente.

Art. 15.  Será obrigada a efetuar o ressarcimento da importância recebida a beneficiária que dolosamente tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito, a fim de indevidamente ingressar ou se manter como beneficiária do benefício financeiro de que trata o art. 10.

§ 1o O valor apurado para o ressarcimento previsto no caput será atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

§ 2o Apurado o valor a ser ressarcido, mediante processo administrativo, e não tendo sido pago pela beneficiária, ao débito serão aplicados os procedimentos de cobrança dos créditos da União, na forma da legislação vigente.

Art. 16.  A Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação:

“CAPÍTULO VII

DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DA GESTAÇÃO E DO TRABALHO DE PARTO, PARTO E PUERPÉRIO

Art. 19-J.  Os serviços de saúde públicos e privados ficam obrigados a garantir às gestantes e aos nascituros o direito ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados.

§ 1o Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados, ainda, a permitir a presença, junto à parturiente, de um acompanhante durante todo o período de internação por ocasião do trabalho de parto, parto e pós-parto.

§ 2o O acompanhante de que trata o § 1o será indicado pela parturiente.

§ 3o As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata o § 1o constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo.

.................................................................................................................................. ” (NR)

Art. 17.  A Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 7o ...................................................................................................................

..................................................................................................................................

XXVIII - fiscalizar a constituição das Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna pelos estabelecimentos de saúde, públicos e privados, conveniados ou não ao Sistema Único de Saúde - SUS.

.................................................................................................................................. ” (NR)

Art. 18.  As Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco deverão ser instituídas no prazo de noventa dias contados a partir da data de publicação desta Medida Provisória

Art. 19.  Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 26 de dezembro de 2011; 190o da Independência e 123o da República.

DILMA ROUSSEFF
Guido Mantega
Alexandre Rocha Santos Padilha
Miriam Belchior

Este texto não substitui o publicado no DOU de 27.12.2011

 

557, de 26.12.2011
Publicada no DOU de 27.12.2011
Exposição de Motivos

 

MP prevê acompanhamento de gestantes para reduzir mortalidade materna

 Agência Câmara - 29/12/2011

Tramita na Câmara a Medida Provisória 557/11, que institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna. O objetivo do sistema, segundo explicação da Presidência da República, é atingir a meta acordada com a Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir a mortalidade materna a 35 por 100 mil nascimentos até 2015.

De acordo com a exposição de motivos da MP, em 2011 morreram 67 mulheres a cada 100 mil partos. Embora em relação a 1990 a redução seja superior a 52% (naquele ano a relação era de 140 por 100 mil), o governo afirma que é necessário acelerar a redução da mortalidade. De 1990 a 2010, a queda foi de 3,6% ao ano, mas é preciso chegar a 5,4% anualmente para atingir a meta da ONU.

Cadastro
O sistema de cadastro e acompanhamento de gestantes será constituído pelo cadastramento de todas as gestantes e puérperas, com a finalidade de identificar pacientes de risco. O cadastro deverá contar também com informações sobre avaliação e acompanhamento do caso, assim como a atenção oferecida.

A rede de cuidados será coordenada pela União e executada em cooperação com estados, Distrito Federal e municípios. Todos os estabelecimentos de saúde deverão criar uma comissão de cadastro, vigilância e acompanhamento das gestantes e puérperas de risco em 90 dias. Caberá a essa comissão cadastrar todas as gestantes atendidas na unidade. Ainda segundo a medida, compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fiscalizar a criação da comissão.

Benefício financeiro
A medida provisória também autoriza a União a conceder benefício de até R$ 50 para as gestantes cadastradas. Conforme a proposta, pretende-se que o dinheiro (que pode ser parcelado) auxilie no deslocamento da mulher para os serviços de pré-natal.

O funcionário de serviços de saúde, públicos ou privados, que inserir informações falsas no sistema ou contribuir para que pessoa diferente da beneficiária final receba o benefício de R$ 50 poderá ser obrigado a ressarcir integralmente o dano e pagar multa. O valor da multa não poderá ser inferior ao dobro ou superior a quatro vezes a quantia paga indevidamente.

A MP também altera a legislação vigente para deixar claro que a gestante tem direito a acompanhante durante todo o período de internação. Segundo a exposição de motivos, a redação atual da Lei 8.080/90 causa controvérsia, pois prevê esse direito apenas durante o parto e pós-parto imediato.

Tramitação
A medida provisória começa a trancar a pauta da Casa em que estiver – Câmara ou Senado – em 18 de março.

Saiba mais sobre a tramitação de MPs

Íntegra da proposta:

Reportagem - Maria Neves 
Edição - Wilson Silveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

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Guacira (29.12.2011 (13:19:41))
OPUS DEI NO BRASIL: Governo brasileiro institui sistema de vigilância de gestantes Sim Não Êta que safadeza essa MP, mais uma concessão absurda do governo federal aos setores religiosos mais reacionários!!!

Passamos anos lutando contra o projeto de lei Bolsa Estupro/Estatuto do Nascituro lá no Congresso Nacional e, com uma Medida Provisória no apagar das luzes o governo pretende passar esse tipo de controle sobre o corpo das mulheres e meter o direito do feto ao nascimento!!!

Esse Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna é mesmo coisa da OPUS DEI, uma coisa autoritária, para nos destituir dos direitos reprodutivos e sexuais que conquistamos, para impedir que tenhamos autonomia para decidir sobre o nosso proprio corpo.
Medida Provisoria tramita em regime especial, como se fosse de urgência, vamos ter que ser rápidas para enfrentar essa ofensiva fundamentalista !
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Letícia (30.12.2011 (11:28:54))
Vigilância e enfrentamento Sim Não O mais impressionante é que está na cara que esta época do ano é reservada à reafirmação dos valores patriarcalistas , moralistas e capitalistas das religiões. Em meio a essa onda consumista de "solidaried ade", estão nos enfiando pela goela a reiteração dos ensinamentos de que sofrimento e dor são aprendizados necessários, que oferecer a outra face é sinal de superioridade para com o agressor e que estuprar é um pecado menor do que praticar um aborto...
Precisamos despertar desse momento de 'leseira natalina', porque a OPUS DEI não dorme!! feministas brasileiras! vamos à vigilância e ao enfrentamento também!
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Letícia (30.12.2011 (11:52:22))
Vigilância e Enfrentamento Sim Não E então, vamos sair da "leseira natalina" e vigiar e enfrentar o que o Governo faz com nossas vidas? A OPUS DEI não dorme!!! Eis o exemplo da MP DE NATAL. Está claro que essas comemorações de fim de ano são um momento instituido e reservado à reiteração de valores patriarcalistas , moralistas e capitalistas. Enquanto nos embriagam com o "espírito de solidariedade", enfiam-nos pela goela a reiteração de seus valores sobre a dignidade do sofrimento, sobre a superioridade de quem oferece a outra face ao agressor e o mais importante: quem estupra tem mais dignidade do que a mulher que pratica um aborto.
Como nos organizaremos para uma resposta, mulheres e feministas?

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